Voo, hotel, carro e passeio na ordem em que acontecem. Você para de caçar e-mail de confirmação, e o grupo para de te perguntar a que horas é tudo.
Minha última viagem tinha treze reservas em sete fornecedores. Montei tudo no Excel, e quando o voo atrasou três horas em Lisboa foi a planilha que me disse o que eu tinha acabado de perder. O Embarcaly é essa planilha, sem a planilha.
Você encaminha uma vez. Ele lê, monta a viagem e guarda o voucher.
Todo mundo do grupo abre e vê. Você sai do meio.
Ele mostra o que caiu junto e o que a companhia tem que pagar.
Então eu quero te ouvir por vinte minutos, antes de escrever mais código. Não tenho nada para vender. Preenche aqui que eu te respondo para marcar, e você não precisa abrir o seu e-mail.
Quem conversar comigo entra no plano vitalício por um preço especial, que não vai existir depois. É a minha forma de pagar os seus vinte minutos.
Guardo só isso, para marcar a conversa. Não passo para ninguém, e apago quando você pedir — como trato seus dados.
Nunca vou cobrar para você juntar a viagem num lugar só. O que se paga é o socorro: o dia em que ela quebra, com a cadeia refeita e o que a companhia tem que pagar. Você escolhe como.
Paga uma vez e vale só daquela viagem. Para quem viaja uma ou duas vezes por ano.
Todas as viagens do ano, sem ficar contando. Para quem viaja a trabalho.
Paga uma vez e nunca mais. Vai ser limitado, e quem entrar antes do lançamento paga menos.
Em 2018, 17 milhões de brasileiros tiveram voo atrasado ou cancelado. Dois por cento pediram alguma coisa. Não é falta de direito, é que ninguém avisa.
Uma mensagem, uma vez. Não tem newsletter. Enquanto isso, leva o guia de direitos: são oito folhas feitas para abrir no celular na fila do balcão.
Quem assinar no lançamento tem direito ao vitalício por um valor especial e único, reservado só para a lista de espera.
Guardo o e-mail e essas duas respostas só para o aviso. Não passo para ninguém.